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7 Outubro 2017

Guia de Visita

#9 Jorge Castelar

14 Outubro 2017

À Roda das Estações

#Outono

21 Outubro 2017

Memórias da Memória

Tiago Gil Oliveira

22 Outubro 2017

Domingos em Casa

Histórias de Cântaros e Cantarinhas

Até 15 Outubro 2017

Memento (Lembra-te)

Jantar de Domingo à Tarde

Até 1 Outubro 2017

Pergunta ao Tempo

Exposição

Missão e Valores

A Casa da Memória é um centro de interpretação e conhecimento que expõe, interpreta e comunica testemunhos materiais e imateriais que contribuam para um melhor conhecimento da cultura, território e história de Guimarães, das pessoas de diferentes origens e mentalidades que a fizeram e fazem, trabalhando com e para a comunidade, especialistas e agentes locais e de todas as proveniências, com vista ao desenvolvimento de uma cidadania ativa e participativa. A Casa da Memória é também um lugar de encontro da comunidade com o exterior e da comunidade consigo própria, que propõe uma visão múltipla, diversa e não linear do passado, presente e futuro de Guimarães, aqui e no mundo. A Casa da Memória orienta-se pelos valores da aprendizagem, conhecimento, pertença, tolerância e diversidade.

Aprendizagem

A Casa da Memória privilegia a aprendizagem como um processo dinâmico, que parte da experiência e referências dos visitantes para a fruição e conhecimento dos conteúdos presentes no percurso de visita. O discurso expositivo inclui ferramentas e instrumentos de mediação e interpretação, que funcionam como elementos facilitadores entre as obras/a coleção/os conceitos e as audiências.

Conhecimento

A Casa da Memória potencia a produção de novo conhecimento - científico, criativo e artístico - junto não só do indivíduo, mas também das escolas, academias e comunidades, a partir da disponibilização, partilha de documentação, de registos e de informação. Nesta matéria, procurará, também, articular com outros equipamentos (bibliotecas, arquivos, institutos, museus, universidades e associações) a disponibilização de informação relevante sobre os seus núcleos temáticos de intervenção.

Pertença

A Casa da Memória estimula novas leituras e abordagens à construção da memória do território e das pessoas que o habitam, junto das comunidades locais, através do seu envolvimento e participação em processos de recolha, registo e mediação; promove junto dos visitantes temporários uma relação de pertença ao território, por via da experiência de visita, ativando dispositivos pós-visita que permitam promover a continuidade desta relação de pertença, entendendo-a como essencial para uma cidadania ativa e participativa.

Tolerância e Diversidade

Pela compreensão da memória como um processo construção, múltiplo e participativo, a Casa da Memória promove uma cultura da diversidade, ciente da sua dimensão essencial na construção de uma cidadania mais justa, solidária e tolerante.

Lugar

Uma Casa da Memória em Guimarães deve ser, antes de mais, um lugar onde nos lembramos de e a partir de Guimarães. A memória da cidade enquanto território e a memória das pessoas que escrevem a sua existência nesta cidade, em permanência ou de passagem, permite-nos conhecer e reconhecer o espaço: seja como lugar de pertença e por isso mesmo de exclusão, de acontecimento e por isso mesmo de mitificação, de representação e por isso mesmo de imaginação (em sentido físico e em sentido figurado).

Memória

Se a ideia de casa nos remete para o universo de abrigo e de albergue, o que dizer quando falamos de memória? Podemos começar por referir que a importância da memória será porventura a mesma da casa, se pensarmos que abrigo e lembrança sempre foram, desde os primórdios da humanidade, elementos da sua própria sobrevivência e continuação da espécie. A grande reflexão em torno da memória, iniciada na Antiguidade Clássica por Platão e Aristóteles, associa frequentemente a ideia de memória à ideia de casa. A alegoria platónica da placa de cera, que convoca a memória interior e por isso mesmo primeira, diz-nos que essa placa, onde se inscrevem com maior ou menor profundidade as memorizações subjectivas da existência individual, foi uma oferta de Mnemosine, a deusa da memória. E é pelo mesmo mito de Mnemosine que se chega também à memória como necessidade de conservação e transmissão - a ideia aristotélica de mnemê – e daqui ao Museu: o lugar onde as musas, filhas de Mnemosine, ensinavam aos homens os mistérios e a compreensão do mundo. Ao lado dos arquivos e das bibliotecas, as estruturas museológicas surgiram como instituições-memória (Jacques Le Goff): nem mais nem menos que verdadeiras casas da memória. É possível dizer-se que esta representação da memória como um lugar no espaço se prolongou desde o jardim das musas até ao museu tal como o conhecemos hoje, vindo de finais do século XVIII: no século III, Santo Agostinho descrevia-a como “uma imensa sala com os seus “antros e cavernas sem número” ou como um “palácio [...] onde estão tesoiros de inumeráveis imagens trazidas por percepções de toda a espécie”. Em 781, o sábio Alcuíno de York referia a Carlos Magno que a memória era “a casa-tesouro de todas as coisas”. Entre a sua representação física, como o abrigo ou repositório, a memória foi também entendida, ao longo do tempo, como uma arte (mnemotécnica) de gestação e transmissão de conhecimento através de um processo de associação de imagens a lugares: uma casa onde se dispõem imagens cujo sentido se apreende num exercício de visita e interpretação, portanto.
Uma casa da memória será portanto um lugar de abrigo e de compreensão do que é lembrado. Abrigo através de um repositório aberto, imaterial, pessoal e colectivo, entendido como “prótese exterior da memória” (Babo), como discurso e projeção temporal no presente de um depósito de informação de outro tempo. Lugar de compreensão do lembrado através de complexos expositivos, interpretativos e de debate: pela apresentação e interpretação do que se construiu como lembrança (individual ou comunitária), seja pela compreensão da memória como processo e como construção, tal como a história que lhe corre paralela.

Bibliografia referida

BABO, Maria Augusta – “Escrita, Memória, Arquivo”. In Revista de Comunicação e Linguagens, nº 40 : Relógio de Água, 2009.
LE GOFF, Jacques (1984) – “Memória”. In Enciclopédia Einaudi, Tomo 1. [S.l.] : Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1984.
YATES, Frances Amelia (2010) – The Art of Memory (1966). [S.l.] : Pimlico, 2010.

Equipa

Direção
Catarina Pereira
Educação e Mediação Cultural
Marta Silva
Gestão de Coleções
Inês Oliveira
Consultor de Museografia e Programação
Eduardo Brito
Acolhimento
Marisa Moreira
Exposição
Concepção e coordenação: Opium, Lda
Conteúdos: Cabin Crew
Design: Studio Andrew Howard
Website
Design: Studio Andrew Howard
Desenvolvimento: Nuno Cruz

Generalidades

Associada a um determinado espaço territorial (país, região ou cidade), e nele incluindo toda a imaterialidade que o define como lugar, a Casa da Memória - neste caso, de Guimarães - tem neste mesmo território o ponto de partida: para o seu habitante, um espaço de conhecimento e de reconhecimento (a memória é aqui lembrança e reminiscência, objectiva e subjetiva). Para o visitante, um lugar de descoberta e interpretação do que se tornou memória (e esta cumpre-se aqui como construção e como transmissão). Em ambos os casos chegamos a um espaço de cidadania, onde nos encontramos enquanto indivíduos e comunidade, a um espaço de projeção, onde dialogamos sobre o que ansiamos, a um espaço de conhecimento, onde apreendemos não só pelo estudo e interpretação, mas também pelas relações ou associações que se propõem, nas quais se incluem a semelhança e diferença (o que permite a localização do território no mundo, o que o iguala e o que o distingue), a lembrança e o esquecimento (entendendo a memória como seletividade), a permanência ou a passagem (como geradores de diferentes profundidades de memória). Esta casa da memória servirá então como lugar de encontro das representações passadas e das imaginações futuras de indivíduo e lugar, de comunidade e território. Um lugar onde pela compreensão das coisas se adia o esquecimento, se conhece e se transmite, e o homem se torna mais tolerante, sábio e por isso mesmo mais humano. A exposição Território e Comunidade materializa esta premissa.

Território

A organização do eixo Território é feita em três segmentos: cartografia, representação e utopia. Esta organização permite-nos compreender a memória como tentativa e processo de objetivação (pela cartografia), como subjetividade (pela representação do espaço) e como projeção (pela sua imaginação). Por outro lado, Guimarães enquanto território é compreendida pela sua cartografia, pelas suas representações ou imagens (em sentido metafórico) e pela sua própria projeção imaginária e utópica.

NÚCLEO 1:
Cartografias e Território de Guimarães

A leitura cronológica da história da humanização do território de Guimarães oferece uma referência linear para conhecer marcos que modelam a região e para compreender a evolução das suas transformações geográficas. Ao longo do tempo, a conformação do território vimaranense foi-se alterando, ganhando e perdendo superfície física na sua demarcação concelhia. E se o Centro Histórico reconhecido pela UNESCO enquanto Património Mundial é o epicentro do concelho, também os rios e cursos de água definem as dinâmicas de crescimento e desenvolvimento de Guimarães.

NÚCLEO 2:
Guimarães Representada

Diversas são as representações - e as motivações – que transmitem a perceção e a memória de um território ao longo do tempo. Documentos que fixam leis e normas, como um Foral ou um reconhecimento de Centro Histórico pela UNESCO, a transmissão de uma subjectividade específica através de filmes ou fotografias, o apontamento pessoal num caderno diário ou a um desenho artístico, passando pelas histórias que a censura proibiu, diversas são as histórias e as memórias que Guimarães guarda, e que guardam sobre Guimarães.

NÚCLEO 3:
Utopias e Outros Futuros

Pensar em utopia na memória encerra em si uma aparente contradição: a memória remete para o passado, a utopia projeta futuros. A ideia de utopia é uma projeção ficcional de um lugar imaginário, sem referente físico concreto, cuja sociedade é distinta daquela que nos é familiar. Por vezes, a utopia é uma proposta de futuro idealizado e inatingível. Pensar num território considerando o presente, o passado e o futuro envolve estabelecer ligações entre as memórias passadas e as utopias futuras. Em Guimarães, houve diversos “projetos de futuro” que não foram realizados e que, se o fossem, teriam transformado o concelho num outro lugar. E porque a memória é situada, contextual, e se vai construindo, também os cenários de futuro podem ser criados e jogados na Casa da Memória.

Comunidade

A organização do eixo Comunidade é estruturada nos núcleos curiosidades, objectos, biografias e testemunhos. Esta organização permite-nos compreender a memória individual e colectiva como processo de unificação e de diferenciação de uma comunidade, a memória dos objetos como parte da memória histórica da cidade e a memória sensitiva como forma de conhecimento e interpretação. Por outro lado, Guimarães é compreendida pela sua relação com quem a habita ou visita, pelo simbolismo das coisas que pertenceram a pessoas cuja história acontece em Guimarães e pela disponibilização de dados que possibilita a criação de memórias não lineares da cidade.

NÚCLEO 4:
Atlas de Curiosidades

Este Atlas reúne um conjunto de objectos e factos que nos permitem conhecer aspectos curiosos da comunidade vimaranense. As estatísticas oficiais das bases de dados caracterizam-na, ao passo que as listagens de vernáculo popular nos fazem sorrir com as suas peculiaridades. O símbolo “Aqui Nasceu Portugal” convive com uma panóplia de anúncios luminosos que, dia e noite, animam os espaços comuns do concelho. E com que auxiliares de memória se apoiam os habitantes de Guimarães? Que memórias lhes trazem os sons e os aromas?

NÚCLEO 5:
Objectos na Memória

Cada objeto pode ser lido como um repositório de memórias individuais e coletivas. Se alguns objetos representam grandes feitos do passado, como a glória de um Rei encontrada numa espada, outros, como um vaso de flores de cemitério, revelam tragédias pessoais. Outros ainda fazem-nos recordar aspetos comuns na nossa vida, como uma bilha de gás ou um par de sapatos. A memória de objetos de Guimarães chega-nos num largo arco temporal: da pré-História à fundação da nacionalidade, das Sociedades Rurais e das Festividades, à Industrialização do Vale do Ave, à Contemporaneidade. Vários tutoriais vídeo ensinam-nos algo através dos objetos dos períodos representados: a doçaria conventual, os toques de caixas e bombos Nicolinos, a dobragem de lençóis, e o imaginário desportivo Vitoriano.

NÚCLEO 6:
Biografias Históricas

Cinquenta biografias de vimaranenses, nascidos ou por adoção, que desde os primórdios da ocupação do território até ao passado recente, se afirmaram em diversas áreas, assumindo papéis marcantes na História de Guimarães e não só.

NÚCLEO 7:
Memórias e Testemunhos

Experiências e histórias de vida marcam a nossa individualidade. Marcam também o modo como nos integramos nas comunidades às quais pertencemos e às quais nos ligamos, em permanência ou de passagem , ainda que temporariamente. Uma mesma pergunta foi colocada sessenta membros desta comunidade: Qual é a memória mais marcante que têm de Guimarães? A pergunta é tida como o denominador comum do mais vasto segmento possível de pessoas e das suas relações com Guimarães - naturais, habitantes, impermanentes, visitantes, viajantes, turistas – mas também como potenciadora de uma vasta e diversificada panóplia de respostas e de relações com a cidade e o seu espaço público e privado.

Tipos de Visita

A Casa da Memória de Guimarães oferece uma série de possibilidades de visita: da individual à oficina temática especificamente concebida e orientada para determinado tema ou público, várias são as hipóteses. Planeie a sua visita a partir das informações abaixo:

Visitantes Autónomos / Famílias
Grupos Escolares
Grupos Organizados

Visitantes Autónomos / Famílias

Guião de Visita

O visitante faz o percurso autonomamente tendo como suporte um guião de visita e a sinalética existente. Este guião propõe uma abordagem geral da exposição permanente, sugerindo descobertas e experiências ao longo do circuito.

Visitas da Casa

Pela mão da equipa da Casa da Memória, os visitantes autónomos ou as famílias ficam a conhecer a exposição permanente pelas histórias de quem já a visitou: nem mais nem menos que uma visita guiada e partilhada feita a partir de testemunhos de outras pessoas que também já percorreram estes espaços.

Preço 4,00 eur

Domingos em Casa

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Grupos Escolares

Visitas Orientadas

Acompanhados por um/a monitor/a, a construção das visitas orientadas segue uma linha geral de pensamento ou parte de temáticas específicas, de acordo com os núcleos expositivos permanentes e temporários.
Nestas visitas orientadas criam-se narrativas no encontro com os objetos expostos e na relação que cada pessoa tem com o significado do que vê.

Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)
Duração c. 90 min.
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Preço 1,50 eur/pessoa
Público-alvo M/ 3 anos

Visitas Conjuntas (CDMG+CIAJG)

Em torno da relação entre identidade, muito presente na Casa da Memória Guimarães, e alteridade, que pontua o percurso pelo CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães, esta visita levar-nos-á a celebrar o nosso lugar de pertença e, por isso mesmo, de individualização. Onde nos inscrevemos enquanto indivíduos e na visão aristotélica de "seres eminentemente sociais”. Em que campos jogamos permanentemente as nossas histórias individuais como parte da nossa comunidade próxima e da humanidade inteira? Alguns trilhos de resposta abrem-se a partir de Guimarães, primeiro; e planando sobre o orbe terrestre, em segundo. Trilhos iluminados e coloridos, onde história, património e arte nos projetam para dentro de um retrato da nossa espécie sobre um fundo de diversidade.

Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 30 pessoas
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Preço 2,00 eur/pessoa
Público-alvo M/ 6 anos

Oficinas

As Oficinas da Casa da Memória procuram criar interpretações para formas de ocupação do território ou para tradições, factos históricos, lendas, lugares, objetos, que compõe o património vimaranense, seja ele, portanto, tangível, móvel e imóvel, ou intangível.

Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última oficina terá início às 17h30).
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas (ou 1 turma).
Todas as oficinas estão sujeitas a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt.
Preço 2,00 eur/pessoa

Cidade de pernas para o ar! (performatividade, desenho)
Casas tortas e sem portas? Paredes bicudas e com curvas? Ruas que saltam do chão e se deixam flutuar, tudo pode dar nesta cidade de pernas para o ar!
Monitores Rita Faustino e Matilde Seabra
Público-alvo M/ 3 anos

Histórias de cântaros e cantarinhas (olaria)
Trabalhar numa roda de oleiro, não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro!
Monitoras Joy Hanford e Maria Fernanda Braga
Público-alvo M/ 3 anos

As voltas da colher de pau (sabores tradicionais)
Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver! Tudo dentro da Casa da Memória. No final, é só provar e saborear! Bom apetite!
Monitora Elsa Martinho
Público-alvo M/ 3 anos

O fio da conversa (bordado)
Uma história tem muitos fios e o Bordado de Guimarães outros tantos pontos para aprender. À conversa entre agulhas e novelos, muito se irá desenhar e bordar.
Monitoras Adélia Faria/Conceição Ferreira/Isabel Oliveira
Público-alvo M/ 5 anos

Tranacantrantana (som, instrumentos, oralidade)
“Trana cantrantana, trana, trana, trana” – é assim que se pode trautear o ritmo e som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.
Monitor Pedro Almeida
Público-alvo M/ 5 anos

Memórias do chão (corpo, espaço e movimento)
Andar, para, correr, saltar, sentar, acenar, olhar, dançar, são formas de (re)conhecer um espaço, de comemorá-lo, e de guardar memórias. O Largo do Toural surge como chão dessas memórias que vamos relacionar com os elementos da exposição da CDMG.
Monitora Carina Oliveira
Público-alvo M/ 5 anos

Passarinhas e sardões (saber-fazer, modelação, histórias de amor)
Vamos descobrir as formas que os nossos avós inventaram para declarar o amor. Serão essas as formas que ainda hoje usamos para dizer: gosto de ti?
Monitora Tatiana Santos
Público-alvo M/ 5 anos

Quem conta um conto acrescenta um ponto (objetos, ficções, narração)
Será que contamos a mesma história sempre da mesma maneira? Que histórias os objetos da Casa da Memória podem contar?
Monitores Juliana Sá e Raul Pereira
Público-alvo M/ 10 anos

MenmoZine (fanzine, cidade, história e ficção)
Com a construção de fanzines, vamos reinterpretar momentos da memória relacionados com lugares da cidade de Guimarães. Será que conseguimos preservar as estórias do esquecimento?
Monitora Vera Santos
Público-alvo M/ 10 anos

Da fábrica para a memória (edifícios, símbolos e objetos)
A memória e a história da indústria – dos edifícios aos objectos fabricados – é o tema central desta oficina.
Monitor Miguel Teixeira
Público-alvo M/ 15 anos

Visitas para Professores/as

A CDMG possibilita a visita ao seu núcleo expositico a grupos de docentes dos vários ciclos, organizando visitas centradas na partilha de informação e sugestões para o desenho de atividades para a comunidade escolar a concretizar na Casa.

Aulas na CDMG

São várias as áreas disciplinares presente na exposição permanente da Casa da Memória. A História e a Geografia têm uma força especial na linguagem expositiva. Convidamos os professores destas áreas disciplinares a habitarem a Casa da Memória dando aqui as suas aulas, com os seus alunos.

Horário terça a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00
Duração c. 90 min.
Lotação 1 turma
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Atividade gratuita

Grupos Organizados

Visitas Orientadas

Acompanhados por um/a monitor/a, a construção das visitas orientadas segue uma linha geral de pensamento ou parte de temáticas específicas, de acordo com os núcleos expositivos permanentes e temporários.
Nestas visitas orientadas criam-se narrativas no encontro com os objetos expostos e na relação que cada pessoa tem com o significado do que vê.

Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)
Duração c. 90 min.
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Preço 4,00 eur/pessoa
Público-alvo M/ 3 anos

Visitas Conjuntas (CDMG+CIAJG)

Em torno da relação entre identidade, muito presente na Casa da Memória Guimarães, e alteridade, que pontua o percurso pelo CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães, esta visita levar-nos-á a celebrar o nosso lugar de pertença e, por isso mesmo, de individualização. Onde nos inscrevemos enquanto indivíduos e na visão aristotélica de "seres eminentemente sociais”. Em que campos jogamos permanentemente as nossas histórias individuais como parte da nossa comunidade próxima e da humanidade inteira? Alguns trilhos de resposta abrem-se a partir de Guimarães, primeiro; e planando sobre o orbe terrestre, em segundo. Trilhos iluminados e coloridos, onde história, património e arte nos projetam para dentro de um retrato da nossa espécie sobre um fundo de diversidade.

Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 30 pessoas
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
Preço 5,00 eur/pessoa
Público-alvo M/ 6 anos

Oficinas

As Oficinas da Casa da Memória procuram criar interpretações para formas de ocupação do território ou para tradições, factos históricos, lendas, lugares, objetos, que compõe o património vimaranense, seja ele, portanto, tangível, móvel e imóvel, ou intangível.

Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última oficina terá início às 17h30).
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas (ou 1 turma).
Todas as oficinas estão sujeitas a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt.
Preço 5,00 eur/pessoa

Cidade de pernas para o ar! (performatividade, desenho)
Casas tortas e sem portas? Paredes bicudas e com curvas? Ruas que saltam do chão e se deixam flutuar, tudo pode dar nesta cidade de pernas para o ar!
Monitores Rita Faustino e Matilde Seabra
Público-alvo M/ 3 anos

Histórias de cântaros e cantarinhas (olaria)
Trabalhar numa roda de oleiro, não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro!
Monitoras Joy Hanford e Maria Fernanda Braga
Público-alvo M/ 3 anos

As voltas da colher de pau (sabores tradicionais)
Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver! Tudo dentro da Casa da Memória. No final, é só provar e saborear! Bom apetite!
Monitora Elsa Martinho
Público-alvo M/ 3 anos

O fio da conversa (bordado)
Uma história tem muitos fios e o Bordado de Guimarães outros tantos pontos para aprender. À conversa entre agulhas e novelos, muito se irá desenhar e bordar.
Monitoras Adélia Faria/Conceição Ferreira/Isabel Oliveira
Público-alvo M/ 5 anos

Tranacantrantana (som, instrumentos, oralidade)
“Trana cantrantana, trana, trana, trana” – é assim que se pode trautear o ritmo e som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.
Monitor Pedro Almeida
Público-alvo M/ 5 anos

Memórias do chão (corpo, espaço e movimento)
Andar, para, correr, saltar, sentar, acenar, olhar, dançar, são formas de (re)conhecer um espaço, de comemorá-lo, e de guardar memórias. O Largo do Toural surge como chão dessas memórias que vamos relacionar com os elementos da exposição da CDMG.
Monitora Carina Oliveira
Público-alvo M/ 5 anos

Passarinhas e sardões (saber-fazer, modelação, histórias de amor)
Vamos descobrir as formas que os nossos avós inventaram para declarar o amor. Serão essas as formas que ainda hoje usamos para dizer: gosto de ti?
Monitora Tatiana Santos
Público-alvo M/ 5 anos

Quem conta um conto acrescenta um ponto (objetos, ficções, narração)
Será que contamos a mesma história sempre da mesma maneira? Que histórias os objetos da Casa da Memória podem contar?
Monitores Juliana Sá e Raul Pereira
Público-alvo M/ 10 anos

MenmoZine (fanzine, cidade, história e ficção)
Com a construção de fanzines, vamos reinterpretar momentos da memória relacionados com lugares da cidade de Guimarães. Será que conseguimos preservar as estórias do esquecimento?
Monitora Vera Santos
Público-alvo M/ 10 anos

Da fábrica para a memória (edifícios, símbolos e objetos)
A memória e a história da indústria – dos edifícios aos objectos fabricados – é o tema central desta oficina.
Monitor Miguel Teixeira
Público-alvo M/ 15 anos

Tarifários

Visitas autónomas

Preço 3,00 eur / 2,00 eur c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 13h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Cartão Quadrilátero Cultural desconto 50%

Visitas de grupo orientadas (com monitor)

Preço 1,50 eur (grupos escolares)
Preço 4,00 eur (público em geral)
Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 30 pessoas
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 24 horas antecedência através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Oficinas

Preço 2,00 eur/pessoa (grupos escolares e outras instituições)
Preço 5,00 eur (público em geral)
Horário terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última oficina terá início às 17h30)
Duração 90 minutos
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas (ou 1 turma)
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 1 semana de antecedência através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

1 Janeiro 2017

Pergunta ao Tempo

No espaço expositivo da CDMG encontram-se histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos do território e da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal. Com este projeto pretende-se fomentar a partilha de memórias à escala das crianças de Guimarães, através objetos que elas recolhem e criam. Com a mediação dos Professores, este projeto promove, junto das crianças, a apropriação e a reapropriação do património cultural, através da linguagem museológica de pesquisa, recolha e comunicação, fomentando a reflexão e a participação ativa da comunidade escolar no espaço da CDMG. Durante o ano letivo de 2016/2017, com turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho, Pergunta ao Tempo desenvolve-se em três momentos: visitas orientadas ao espaço expositivo da CDMG, sessões de trabalho nas escolas, culminando na inauguração de uma exposição na Casa da Memória de Guimarães.


Todas as idades

Programação

1 Janeiro 2017

Programação

Pergunta ao Tempo

No espaço expositivo da CDMG encontram-se histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos do território e da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal. Com este projeto pretende-se fomentar a partilha de memórias à escala das crianças de Guimarães, através objetos que elas recolhem e criam. Com a mediação dos Professores, este projeto promove, junto das crianças, a apropriação e a reapropriação do património cultural, através da linguagem museológica de pesquisa, recolha e comunicação, fomentando a reflexão e a participação ativa da comunidade escolar no espaço da CDMG. Durante o ano letivo de 2016/2017, com turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho, Pergunta ao Tempo desenvolve-se em três momentos: visitas orientadas ao espaço expositivo da CDMG, sessões de trabalho nas escolas, culminando na inauguração de uma exposição na Casa da Memória de Guimarães.


Todas as idades



Programação

14 Janeiro 2017

Guia de Visita
#1 Jeremy Ashton

Como será a cidade de Guimarães no futuro?

A Plataforma de Criação de Paisagem Urbana apresenta-se como um espaço interativo onde os visitantes da exposição da Casa da Memória são convidados a intervir, conceber, desenhar, construir e reconstruir sobre o território de Guimarães, seguindo a sua própria imaginação. A mesa de jogo, desenhada por Jeremy Hugh Aston, apresenta duas elevações, o Monte Latito e a Montanha da Penha, e uma depressão, o rio de Couros. A proposta é oferecer aos cidadãos e aos visitantes da Casa da Memória a possibilidade de pensarem na urbanidade da cidade e nas possíveis configurações que esta poderá ter no seu futuro, seja real ou imaginário. No dia 14 de janeiro, quem nos guiará pelas regras do jogo é o próprio artista criador desta plataforma, com o fim de construirmos uma cidade onde quem manda é a nossa imaginação.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação

14 Janeiro 2017

Programação

Guia de Visita
#1 Jeremy Ashton

Como será a cidade de Guimarães no futuro?

A Plataforma de Criação de Paisagem Urbana apresenta-se como um espaço interativo onde os visitantes da exposição da Casa da Memória são convidados a intervir, conceber, desenhar, construir e reconstruir sobre o território de Guimarães, seguindo a sua própria imaginação. A mesa de jogo, desenhada por Jeremy Hugh Aston, apresenta duas elevações, o Monte Latito e a Montanha da Penha, e uma depressão, o rio de Couros. A proposta é oferecer aos cidadãos e aos visitantes da Casa da Memória a possibilidade de pensarem na urbanidade da cidade e nas possíveis configurações que esta poderá ter no seu futuro, seja real ou imaginário. No dia 14 de janeiro, quem nos guiará pelas regras do jogo é o próprio artista criador desta plataforma, com o fim de construirmos uma cidade onde quem manda é a nossa imaginação.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 



Programação

29 Janeiro 2017 | 10H00

Domingos em Casa
Cidade de pernas para o ar!

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Casas tortas e sem portas? Paredes bicudas e com curvas? Ruas que saltam do chão e se deixam flutuar, tudo pode dar nesta cidade de pernas para o ar!


Monitora Rita Faustino

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 10h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 22 de janeiro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação

29 Janeiro 2017
10H00

Programação

Domingos em Casa
Cidade de pernas para o ar!

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Casas tortas e sem portas? Paredes bicudas e com curvas? Ruas que saltam do chão e se deixam flutuar, tudo pode dar nesta cidade de pernas para o ar!


Monitora Rita Faustino

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 10h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 22 de janeiro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt





Programação

4 Fevereiro 2017

Guia de Visita
#2 Rui Vítor Costa

Rui Vítor Costa, Presidente da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património, é o Guia de Visita de fevereiro da Casa da Memória. Professor de Química, cinéfilo, cronista, associativista de reconhecido mérito, com passagem por várias instituições da cidade e do concelho, Rui Vítor Costa propõe uma visita guiada com paragem obrigatória no núcleo de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha. Porém, este percurso desenha-se também como um exercício de partilha de memórias individuais: o que pode uma exposição fazer lembrar a Rui Vítor Costa? Entre o cinema, a cidade, a indústria e o futebol, várias serão as memórias e paragens que fazem do Guia de Visita um autor de uma visita guiada irrepetível.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação

4 Fevereiro 2017

Programação

Guia de Visita
#2 Rui Vítor Costa

Rui Vítor Costa, Presidente da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património, é o Guia de Visita de fevereiro da Casa da Memória. Professor de Química, cinéfilo, cronista, associativista de reconhecido mérito, com passagem por várias instituições da cidade e do concelho, Rui Vítor Costa propõe uma visita guiada com paragem obrigatória no núcleo de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha. Porém, este percurso desenha-se também como um exercício de partilha de memórias individuais: o que pode uma exposição fazer lembrar a Rui Vítor Costa? Entre o cinema, a cidade, a indústria e o futebol, várias serão as memórias e paragens que fazem do Guia de Visita um autor de uma visita guiada irrepetível.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 



Programação

19 Fevereiro 2017 | 11H00

Domingos em Casa
Histórias de cântaros e cantarinhas

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Trabalhar numa roda de oleiro não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro!


Monitoras Maria Fernanda Braga e Joy Hanford


Público-alvo
Maiores de 3 

Horário 11h00 

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de fevereiro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

19 Fevereiro 2017
11H00

Programação

Domingos em Casa
Histórias de cântaros e cantarinhas

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Trabalhar numa roda de oleiro não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro!


Monitoras Maria Fernanda Braga e Joy Hanford


Público-alvo
Maiores de 3 

Horário 11h00 

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de fevereiro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt




Programação

4 Março 2017

Guia de Visita
#3 Ana Bragança

Ana Bragança é um nome incontornável na nova geração de dinamizadores e agentes culturais da cidade de Guimarães. Licenciada em Arte, com especialização em Conservadora de Museus e Edifícios Históricos e pós-graduada em Gestão do Património Cultural, participou na candidatura de Guimarães a Capital Europeia da Cultura 2012 e na própria Capital, concebeu e coordenou o Westway Lab Festival 2014, colaborou com o Serviço Educativo do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, entre muitos outros afazeres, na cidade e na região Norte. Recentemente, Ana fez parte da equipa que produziu o guião expositivo da Casa da Memória, em Guimarães. Por isso, esta visita terá particular curiosidade: que lembranças terá quem esteve a trabalhar com a memória dos outros?


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação

4 Março 2017

Programação

Guia de Visita
#3 Ana Bragança

Ana Bragança é um nome incontornável na nova geração de dinamizadores e agentes culturais da cidade de Guimarães. Licenciada em Arte, com especialização em Conservadora de Museus e Edifícios Históricos e pós-graduada em Gestão do Património Cultural, participou na candidatura de Guimarães a Capital Europeia da Cultura 2012 e na própria Capital, concebeu e coordenou o Westway Lab Festival 2014, colaborou com o Serviço Educativo do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, entre muitos outros afazeres, na cidade e na região Norte. Recentemente, Ana fez parte da equipa que produziu o guião expositivo da Casa da Memória, em Guimarães. Por isso, esta visita terá particular curiosidade: que lembranças terá quem esteve a trabalhar com a memória dos outros?


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 



Programação

19 Março 2017 | 11H00

Domingos em Casa
À Roda das Estações #1

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Como faculdade sensorial, a memória abre-se aos sabores através do gosto e do paladar. Este é um projeto que partindo de uma base gastronómica, deriva para o seu entendimento cultural e memorial.


Monitores Cor de Tangerina e convidados

Público-alvo Maiores de 12 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 10,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de março através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

19 Março 2017
11H00

Programação

Domingos em Casa
À Roda das Estações #1

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Como faculdade sensorial, a memória abre-se aos sabores através do gosto e do paladar. Este é um projeto que partindo de uma base gastronómica, deriva para o seu entendimento cultural e memorial.


Monitores Cor de Tangerina e convidados

Público-alvo Maiores de 12 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 10,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de março através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt




Programação

1 Abril 2017

Guia de Visita
#4 Samuel Silva

Ao longo do tempo, o jornalista do Público tem-se dedicado a um levantamento de factos e histórias que cruzam a vertente patrimonial e turística da cidade com o resgate e registo das memórias individuais e coletivas, das quais resultaram as edições de “Guimarães: Pessoal e Transmissível” (2013), “Histórias atrás das Portas” (2013) e “Guimarães Top Secret: Segredos de Guimarães” (2015) – motivações e inspirações para uma visita guiada por labirintos e memórias mais escondidas da cidade e do concelho.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação

1 Abril 2017

Programação

Guia de Visita
#4 Samuel Silva

Ao longo do tempo, o jornalista do Público tem-se dedicado a um levantamento de factos e histórias que cruzam a vertente patrimonial e turística da cidade com o resgate e registo das memórias individuais e coletivas, das quais resultaram as edições de “Guimarães: Pessoal e Transmissível” (2013), “Histórias atrás das Portas” (2013) e “Guimarães Top Secret: Segredos de Guimarães” (2015) – motivações e inspirações para uma visita guiada por labirintos e memórias mais escondidas da cidade e do concelho.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 



Programação

22 Abril 2017 | 17H00

Memórias da Memória
Maria Matos Graça

A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.


Memórias da Memória #1, 22.04.2017

Maria Matos Graça: Memória, experiência consciente.


Qual a importância da Memória na definição dos contornos da vida individual e no fenómeno da continuidade da consciência? Maria Matos Graça, Doutorada em Filosofia, inaugura este ciclo de conversas abordando experiências de pensamento para pensar a nossa experiência consciente. Questões clássicas sobre a relação entre mente e cérebro serão o tema central de uma conversa que procurará desafiar as intuições mais imediatas que temos sobre o que é a mente e a identidade individual. Seremos memória, ou mais alguma coisa? Será que um dia, com a evolução tecnológica, a memória individual se vai expandir para a memória coletiva, num cenário de ficção científica transumanista que já foi menos provável? E, se acontecer esta transformação, poderemos nós dizer que permanecemos humanos e conscientes? Que permanecemos nós próprios? O futuro da memória é o nosso futuro. Para lembrarmos, precisamos de esquecer. Com todas as coisas novas que começamos a registar indefinidamente, e que reconfiguram a nossa identidade por via da tecnologia, poderemos perguntar, ainda: o que é que vamos começar a esquecer?


Maiores de 15

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação

22 Abril 2017
17H00

Programação

Memórias da Memória
Maria Matos Graça

A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.


Memórias da Memória #1, 22.04.2017

Maria Matos Graça: Memória, experiência consciente.


Qual a importância da Memória na definição dos contornos da vida individual e no fenómeno da continuidade da consciência? Maria Matos Graça, Doutorada em Filosofia, inaugura este ciclo de conversas abordando experiências de pensamento para pensar a nossa experiência consciente. Questões clássicas sobre a relação entre mente e cérebro serão o tema central de uma conversa que procurará desafiar as intuições mais imediatas que temos sobre o que é a mente e a identidade individual. Seremos memória, ou mais alguma coisa? Será que um dia, com a evolução tecnológica, a memória individual se vai expandir para a memória coletiva, num cenário de ficção científica transumanista que já foi menos provável? E, se acontecer esta transformação, poderemos nós dizer que permanecemos humanos e conscientes? Que permanecemos nós próprios? O futuro da memória é o nosso futuro. Para lembrarmos, precisamos de esquecer. Com todas as coisas novas que começamos a registar indefinidamente, e que reconfiguram a nossa identidade por via da tecnologia, poderemos perguntar, ainda: o que é que vamos começar a esquecer?


Maiores de 15

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 



Memória, experiência consciente


Programação

23 Abril 2017 | 11H00

Domingos em Casa
Memória do chão

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Andar, para, correr, saltar, sentar, acenar, olhar, dançar, são formas de (re)conhecer um espaço, de comemorá-lo, e de guardar memórias. O Largo do Toural surge como chão dessas memórias que vamos relacionar com os elementos da exposição da CDMG.


Monitora Vera Santos

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de abril através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

23 Abril 2017
11H00

Programação

Domingos em Casa
Memória do chão

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Andar, para, correr, saltar, sentar, acenar, olhar, dançar, são formas de (re)conhecer um espaço, de comemorá-lo, e de guardar memórias. O Largo do Toural surge como chão dessas memórias que vamos relacionar com os elementos da exposição da CDMG.


Monitora Vera Santos

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de abril através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt




Programação

24 Abril 2017 | 22H00

Onde estava no 25 de Abril de 1974?

A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptsta Bastos. Agora, é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória: onde estavamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Este é um encontro coletivo na sala do Repositório, onde se ouvirão as memórias de um dia inesquecível.


Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Programação

24 Abril 2017
22H00

Programação

Onde estava no 25 de Abril de 1974?

A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptsta Bastos. Agora, é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória: onde estavamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Este é um encontro coletivo na sala do Repositório, onde se ouvirão as memórias de um dia inesquecível.


Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Rui Guimarães, Wladimir Brito, António Emilio de Abreu Ribeiro
Moderador Samuel Silva


Programação

25 Abril 2017 | 16H00

Espalha Memórias
Sessão 0

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


SESSÃO 0 | 25 DE ABRIL | 16H00


No dia em que a Casa da Memória de Guimarães celebra um ano de existência, o “Espalha Memórias” revela-se pela primeira vez ao público. Numa sessão especial, o ponto de encontro será no Largo do Toural, para um percurso cheio de novidades e reminiscências que marcarão a memória de todos. O final será na Casa da Memória para uma conversa junto a um objeto da exposição, numa celebração coletiva do aniversário e da Liberdade.


Guias convidados Matilde Seabra e Raul Pereira

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação

25 Abril 2017
16H00

Programação

Espalha Memórias
Sessão 0

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


SESSÃO 0 | 25 DE ABRIL | 16H00


No dia em que a Casa da Memória de Guimarães celebra um ano de existência, o “Espalha Memórias” revela-se pela primeira vez ao público. Numa sessão especial, o ponto de encontro será no Largo do Toural, para um percurso cheio de novidades e reminiscências que marcarão a memória de todos. O final será na Casa da Memória para uma conversa junto a um objeto da exposição, numa celebração coletiva do aniversário e da Liberdade.


Guias convidados Matilde Seabra e Raul Pereira

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita



Programação

1 Maio 2017 | 10H30

Espalha Memórias
#1 Indústria Moderna e Contemporânea – Dia do Trabalhador

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 01 | 1 de Maio | 10h30

Indústria Moderna e Contemporânea – Dia do Trabalhador


Para o Dia do Trabalhador, o Espalha Memórias propõe um percurso orientado pelo historiador vimaranense Miguel Teixeira a um conjunto de espaços fabris ativos e abandonados. O trajeto, por vezes escondido da ribeira de Couros, os têxteis e os curtumes, a Exposição Industrial de 1884, os quotidianos dos operários serão alguns dos assuntos e lugares a abordar na visita que pretende ser uma conversa sobre a memória colectiva construída a partir de memórias individuais partilhadas.


Guia convidado Miguel Teixeira

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação

1 Maio 2017
10H30

Programação

Espalha Memórias
#1 Indústria Moderna e Contemporânea – Dia do Trabalhador

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 01 | 1 de Maio | 10h30

Indústria Moderna e Contemporânea – Dia do Trabalhador


Para o Dia do Trabalhador, o Espalha Memórias propõe um percurso orientado pelo historiador vimaranense Miguel Teixeira a um conjunto de espaços fabris ativos e abandonados. O trajeto, por vezes escondido da ribeira de Couros, os têxteis e os curtumes, a Exposição Industrial de 1884, os quotidianos dos operários serão alguns dos assuntos e lugares a abordar na visita que pretende ser uma conversa sobre a memória colectiva construída a partir de memórias individuais partilhadas.


Guia convidado Miguel Teixeira

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita



Programação

6 Maio 2017 | 17H00

Guia de Visita
#5 Maria Manuel Oliveira e João Pereira Silva

O desafio: como se põe a memória numa mesa? Por outras palavras, como pensar e projetar uma mesa-memória para o Repositório da CDMG, uma mesa que simbolize a memória da casa e que seja também lugar de conversas e trabalhos memoráveis e memorizáveis?

A proposta foi feita pela CDMG ao Centro de Estudos de Arquitetura da Universidade do Minho e o resultado – a obra pensada, a obra feita – chega-nos pela mão dos arquitetos Maria Manuel Oliveira e João Pereira Silva: várias madeiras, de vários tempos, de vários lugares, unem-se num círculo imperfeito e aberto, como a memória. A apresentação e explicação da mesa do Repositório da CDMG é o tema central desta visita guiada pelos seus autores.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação

6 Maio 2017
17H00

Programação

Guia de Visita
#5 Maria Manuel Oliveira e João Pereira Silva

O desafio: como se põe a memória numa mesa? Por outras palavras, como pensar e projetar uma mesa-memória para o Repositório da CDMG, uma mesa que simbolize a memória da casa e que seja também lugar de conversas e trabalhos memoráveis e memorizáveis?

A proposta foi feita pela CDMG ao Centro de Estudos de Arquitetura da Universidade do Minho e o resultado – a obra pensada, a obra feita – chega-nos pela mão dos arquitetos Maria Manuel Oliveira e João Pereira Silva: várias madeiras, de vários tempos, de vários lugares, unem-se num círculo imperfeito e aberto, como a memória. A apresentação e explicação da mesa do Repositório da CDMG é o tema central desta visita guiada pelos seus autores.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 



Programação

11 Maio 2017 | 22H00

Têxtil: a memória do futuro
#1 Industrialização sem revolução – o Século XIX e I República

A história da indústria têxtil instalada em Guimarães cruza-se com a ciência e a tecnologia. Da chegada dos primeiros teares mecânicos em 1884 até à inovação mais avançada dos nossos dias, há um longo caminho percorrido por pessoas sobre quem ninguém fala ou escreve e memórias que o tempo vai obliterando.

No âmbito de um projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra procura-se o fio da história. Num ciclo de quatro sessões - que contará com a participação de historiadores, cientistas, empresários e outros convidados - abordam-se temas como a “Industrialização sem Revolução - o século XIX e I República” (11 de maio), “Indústria Têxtil e Estado Novo” (13 de julho), “Século XX: entre a ciência e a globalização” (26 de outubro) e “Têxtil XXI: o passado tem futuro?” (14 de dezembro).
A comunidade é desafiada a participar ativamente nas conversas para ajudar a (re)construir a memória coletiva da cidade industrial e têxtil através dos tempos.


Convidados

José Lopes Cordeiro Historiador, docente e investigador da Universidade do Minho; especialista em arqueologia industrial; presidente da Associação Portuguesa para o Património Industrial (APPI/TICCIH-Portugal), membro da International Committee for the Conservation of the Industrial Heritage (TICCIH); responsável pelo projeto de instalação do Museu da Indústria Têxtil (Vila Nova de Famalicão)

Francisco Brito  Historiador, licenciado em História pela Universidade do Minho, é investigador em História Moderna e Contemporânea com particular interesse na história política, social e militar; Bolseiro da FCT no Grupo de História das Populações do CITCEM; autor de vários livros e artigos científicos destacando-se “O Botequim do Vago-Mestre - um clube liberal na Guimarães do século XIX” e “Guimarães entre 1853 e 1901: um apontamento político e social”; Foi consultor e investigador no projeto “ReImaginar Guimarães” (2012);

Moderação 

Paula Ramos Nogueira  Investigadora do Centro de Física da Universidade de Coimbra, História das Ciências e Educação Científica; Licenciada em Comunicação Social, Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho tem na comunicação de ciência, educação científica e história da ciência os seus temas de interesse; Está a realizar um projeto de investigação sobre o contributo da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento da industria têxtil estudando o setor em Guimarães no período entre 1850 e 2016.

Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente


Programação

11 Maio 2017
22H00

Programação

Têxtil: a memória do futuro
#1 Industrialização sem revolução – o Século XIX e I República

A história da indústria têxtil instalada em Guimarães cruza-se com a ciência e a tecnologia. Da chegada dos primeiros teares mecânicos em 1884 até à inovação mais avançada dos nossos dias, há um longo caminho percorrido por pessoas sobre quem ninguém fala ou escreve e memórias que o tempo vai obliterando.

No âmbito de um projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra procura-se o fio da história. Num ciclo de quatro sessões - que contará com a participação de historiadores, cientistas, empresários e outros convidados - abordam-se temas como a “Industrialização sem Revolução - o século XIX e I República” (11 de maio), “Indústria Têxtil e Estado Novo” (13 de julho), “Século XX: entre a ciência e a globalização” (26 de outubro) e “Têxtil XXI: o passado tem futuro?” (14 de dezembro).
A comunidade é desafiada a participar ativamente nas conversas para ajudar a (re)construir a memória coletiva da cidade industrial e têxtil através dos tempos.


Convidados

José Lopes Cordeiro Historiador, docente e investigador da Universidade do Minho; especialista em arqueologia industrial; presidente da Associação Portuguesa para o Património Industrial (APPI/TICCIH-Portugal), membro da International Committee for the Conservation of the Industrial Heritage (TICCIH); responsável pelo projeto de instalação do Museu da Indústria Têxtil (Vila Nova de Famalicão)

Francisco Brito  Historiador, licenciado em História pela Universidade do Minho, é investigador em História Moderna e Contemporânea com particular interesse na história política, social e militar; Bolseiro da FCT no Grupo de História das Populações do CITCEM; autor de vários livros e artigos científicos destacando-se “O Botequim do Vago-Mestre - um clube liberal na Guimarães do século XIX” e “Guimarães entre 1853 e 1901: um apontamento político e social”; Foi consultor e investigador no projeto “ReImaginar Guimarães” (2012);

Moderação 

Paula Ramos Nogueira  Investigadora do Centro de Física da Universidade de Coimbra, História das Ciências e Educação Científica; Licenciada em Comunicação Social, Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho tem na comunicação de ciência, educação científica e história da ciência os seus temas de interesse; Está a realizar um projeto de investigação sobre o contributo da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento da industria têxtil estudando o setor em Guimarães no período entre 1850 e 2016.

Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente



Convidados: José Lopes Cordeiro, Francisco Brito
Moderação: Paula Ramos Nogueira


Programação

20 Maio 2017 | 10H30

Espalha Memórias
#2 Arquitetura Contemporânea em Guimarães

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 02 | 20 de Maio | 10h30

Arquitetura Contemporânea em Guimarães


Ao longo de um percurso pela cidade, esta visita propõe paragens em alguns dos edifícios emblemáticos da contemporaneidade vimaranense: da presença vincada dos mais institucionais à subtil discrição de habitações, sem esquecer os pormenores das recuperações do Centro Histórico. Este é o caminho para conhecer ou reconhecer o olhar dos arquitetos e arquitetas que conceberam estes projetos.


Guia convidado  João Rosmaninho

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação

20 Maio 2017
10H30

Programação

Espalha Memórias
#2 Arquitetura Contemporânea em Guimarães

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 02 | 20 de Maio | 10h30

Arquitetura Contemporânea em Guimarães


Ao longo de um percurso pela cidade, esta visita propõe paragens em alguns dos edifícios emblemáticos da contemporaneidade vimaranense: da presença vincada dos mais institucionais à subtil discrição de habitações, sem esquecer os pormenores das recuperações do Centro Histórico. Este é o caminho para conhecer ou reconhecer o olhar dos arquitetos e arquitetas que conceberam estes projetos.


Guia convidado  João Rosmaninho

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita



Programação

21 Maio 2017 | 11H00

Domingos em Casa
Tabula Rasa

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

E se fizéssemos com que, de uma superfície plana e vazia, surgisse uma nova Guimarães? Nas ruas deste lugar utópico, vamo-nos reconhecer a nós próprios; e as imagens que veremos nas calçadas e nas fachadas das casas que construiremos serão os reflexos daquilo que no lembramos.


Monitora Matilde Seabra

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 14 de maio através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

21 Maio 2017
11H00

Programação

Domingos em Casa
Tabula Rasa

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

E se fizéssemos com que, de uma superfície plana e vazia, surgisse uma nova Guimarães? Nas ruas deste lugar utópico, vamo-nos reconhecer a nós próprios; e as imagens que veremos nas calçadas e nas fachadas das casas que construiremos serão os reflexos daquilo que no lembramos.


Monitora Matilde Seabra

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 14 de maio através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt




Programação

3 Junho 2017 | 17H00

Guia de Visita
#6 Carlos Mesquita

Carlos Mesquita: homem-cinema(cineclubista, cinéfilo) fotógrafo amador, exímio contador de histórias de Guimarães - melhor dizendo, de histórias vimaranenses - é o Guia de Visita da CMDG em Junho. A partir de aproximações mais ou menos diretas a documentos, imagens e elementos da exposição da CDMG,o Presidente do Cineclube de Guimarães propõe-nos uma visita guiada pela sua própria memória de Guimarães.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação

3 Junho 2017
17H00

Programação

Guia de Visita
#6 Carlos Mesquita

Carlos Mesquita: homem-cinema(cineclubista, cinéfilo) fotógrafo amador, exímio contador de histórias de Guimarães - melhor dizendo, de histórias vimaranenses - é o Guia de Visita da CMDG em Junho. A partir de aproximações mais ou menos diretas a documentos, imagens e elementos da exposição da CDMG,o Presidente do Cineclube de Guimarães propõe-nos uma visita guiada pela sua própria memória de Guimarães.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 



Programação

10 Junho 2017 | 10H30

Espalha Memórias
#3 Entre Imagens da Cidade

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 03 | 10 de Junho | 10h30

Entre Imagens da Cidade


A partir de uma seleção de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha faz-se uma deriva pela memória da cidade através da memória das fotografias: histórias, imaginações, incertezas, comparações e desaparições fazem parte de um regresso ao local do enquadramento de algumas das mais simbólicas fotografias de Guimarães.


Guia convidado Eduardo Brito

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação

10 Junho 2017
10H30

Programação

Espalha Memórias
#3 Entre Imagens da Cidade

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 03 | 10 de Junho | 10h30

Entre Imagens da Cidade


A partir de uma seleção de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha faz-se uma deriva pela memória da cidade através da memória das fotografias: histórias, imaginações, incertezas, comparações e desaparições fazem parte de um regresso ao local do enquadramento de algumas das mais simbólicas fotografias de Guimarães.


Guia convidado Eduardo Brito

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita



Programação

17 Junho 2017 | 17H00

Memórias da Memória
Daniel Blaufuks

A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.


Memórias da Memória #2, 17.06.2017 

Daniel Blaufuks


Entre a fotografia e o cinema, o trabalho artístico de Daniel Blaufuks tem a representação da memória no seu centro. Obras como Viagem a São Petersburgo (1998), Terezin (2006-2007), Sob Céus Estranhos (2007), Toda a Memória do Mundo, Parte 1 e As If (2014) convocam e questionam a memória na sua abordagem pública ou privada, individual e coletiva. Eixo de um pensamento aprofundado através das imagens e das relações que o seu alinhamento propõe, as múltiplas refrações do que lembramos e do como lembramos - do facto histórico ao registo pessoal, da literatura ao cinema, do arquivo à destruição - serão então pontos de passagem e paragem nesta conversa.


Público-alvo Maiores de 15 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação

17 Junho 2017
17H00

Programação

Memórias da Memória
Daniel Blaufuks

A memória começa por ser um atributo biológico (neurológico, sensorial) para daí, num processo complexo, passar também a ser uma ferramenta social, política, histórica, edificada, imaterial, individual e colectiva. Partindo desta proposição, este é um ciclo de conversas com especialistas - do arquivo à psicanálise, da história à ficção - que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Estas conversas ficarão disponíveis no Repositório, em podcast.Temáticas: arquivo, anti-arquivo, biblioteca, direito, documento, esquecimento, exclusão, ficção, filosofia, geografia, identidade, imagem, índice, história, lembrança, memorial, mnemotecnia, monumento, museu, neurologia, psicanálise, registo, rito, tradição, taxonomia, testemunho.


Memórias da Memória #2, 17.06.2017 

Daniel Blaufuks


Entre a fotografia e o cinema, o trabalho artístico de Daniel Blaufuks tem a representação da memória no seu centro. Obras como Viagem a São Petersburgo (1998), Terezin (2006-2007), Sob Céus Estranhos (2007), Toda a Memória do Mundo, Parte 1 e As If (2014) convocam e questionam a memória na sua abordagem pública ou privada, individual e coletiva. Eixo de um pensamento aprofundado através das imagens e das relações que o seu alinhamento propõe, as múltiplas refrações do que lembramos e do como lembramos - do facto histórico ao registo pessoal, da literatura ao cinema, do arquivo à destruição - serão então pontos de passagem e paragem nesta conversa.


Público-alvo Maiores de 15 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 



Programação

18 Junho 2017 | 11H00

Domingos em Casa
MnemoZine

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Com a construção de fanzines, vamos reinterpretar momentos da memória relacionados com lugares da cidade de Guimarães. Será que conseguimos preservar as estórias do esquecimento?


Monitora Carina Oliveira

Público-alvo Maiores de  6 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de junho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Programação

18 Junho 2017
11H00

Programação

Domingos em Casa
MnemoZine

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Com a construção de fanzines, vamos reinterpretar momentos da memória relacionados com lugares da cidade de Guimarães. Será que conseguimos preservar as estórias do esquecimento?


Monitora Carina Oliveira

Público-alvo Maiores de  6 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de junho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação

24 Junho 2017 | 10H30

Espalha Memórias
#4 Guimarães e o dia 1 de Portugal

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.



Sessão 04 | 24 de Junho | 10h30

Guimarães e o dia 1 de Portugal



Que razões levaram um jovem cavaleiro a revoltar-se contra a sua própria mãe? Terá sido o 24 de Junho de 1128, data da Batalha de São Mamede, «a primeira tarde portuguesa», como Acácio Lino pintou em São Bento? Poderia o arquiteto da Colegiada ter feito melhor? E que dizer do Padrão da Oliveira?

Num dia carregado de simbolismo, conversa-se sobre uma cidade que não é só o que dela hoje admiramos, mas também aquilo que ela poderia ter sido.



Guia convidado Raul Pereira

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação

24 Junho 2017
10H30

Programação

Espalha Memórias
#4 Guimarães e o dia 1 de Portugal

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.



Sessão 04 | 24 de Junho | 10h30

Guimarães e o dia 1 de Portugal



Que razões levaram um jovem cavaleiro a revoltar-se contra a sua própria mãe? Terá sido o 24 de Junho de 1128, data da Batalha de São Mamede, «a primeira tarde portuguesa», como Acácio Lino pintou em São Bento? Poderia o arquiteto da Colegiada ter feito melhor? E que dizer do Padrão da Oliveira?

Num dia carregado de simbolismo, conversa-se sobre uma cidade que não é só o que dela hoje admiramos, mas também aquilo que ela poderia ter sido.



Guia convidado Raul Pereira

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita



Programação

1 Julho 2017 | 17H00

Guia de Visita
#7 João Almeida

O que lembra, como lembra, um poeta? Como nos dá a ler a sua memória da sua cidade? A visita de Julho dá-nos uma possível resposta, guiada pela mão e pelas palavras do poeta e professor João Almeida. Nascido em 1965 em Guimarães, onde vive, e é autor de uma obra de inquestionável rigor e qualidade, da qual se destacam “O mal dos postes de alta tensão” (Black Son Editores); “A formiga argentina “(Averno); “Glória e Eternidade” (Teatro de Vila Real) , “Um milagre no caminho” (Averno), "As condições Locais" (Opera Omnia) e “Hotel Zurique” (Averno).


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 


Programação

1 Julho 2017
17H00

Programação

Guia de Visita
#7 João Almeida

O que lembra, como lembra, um poeta? Como nos dá a ler a sua memória da sua cidade? A visita de Julho dá-nos uma possível resposta, guiada pela mão e pelas palavras do poeta e professor João Almeida. Nascido em 1965 em Guimarães, onde vive, e é autor de uma obra de inquestionável rigor e qualidade, da qual se destacam “O mal dos postes de alta tensão” (Black Son Editores); “A formiga argentina “(Averno); “Glória e Eternidade” (Teatro de Vila Real) , “Um milagre no caminho” (Averno), "As condições Locais" (Opera Omnia) e “Hotel Zurique” (Averno).


Todas as idades 

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 




Programação

13 Julho 2017 | 21H00

Têxtil: a memória do futuro
#2 Indústria Têxtil e Estado Novo

O ciclo de conversas em torno da indústria têxtil avança no tempo até ao período do Estado Novo. O desfasamento português em relação a uma Europa industrializada e tecnologicamente avançada aprofundou-se entre 1926 e 1974, mas há quem fale de expansão e de um período dourado para o setor. Do corporativismo e protecionismo do Estado às leis do condicionamento industrial, da exoneração de cientistas e investigadores à política de isolamento do país, pretende-se conversar sobre a influência da política e da ideologia na visão de industrialização e compreensão sobre a indissociabilidade da tecnologia em relação à ciência e à economia.

“Têxtil: A Memória do Futuro” é um ciclo de conversas integrado num projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra que conta com a participação de historiadores, cientistas, empresários e trabalhadores. A comunidade é desafiada a envolver-se ativamente no debate e contribuir para a construção da memória coletiva da cidade industrial e têxtil em que Guimarães se transformou.

As próximas sessões realizam-se em 26 de outubro (“Século XX: entre a ciência e a globalização”) e 14 de dezembro (“Têxtil XXI: o passado tem futuro?”)


Convidados Manuel Carvalho da Silva, Esser Jorge Silva

Moderação Paula Ramos Nogueira  

Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente



Programação

13 Julho 2017
21H00

Programação

Têxtil: a memória do futuro
#2 Indústria Têxtil e Estado Novo

O ciclo de conversas em torno da indústria têxtil avança no tempo até ao período do Estado Novo. O desfasamento português em relação a uma Europa industrializada e tecnologicamente avançada aprofundou-se entre 1926 e 1974, mas há quem fale de expansão e de um período dourado para o setor. Do corporativismo e protecionismo do Estado às leis do condicionamento industrial, da exoneração de cientistas e investigadores à política de isolamento do país, pretende-se conversar sobre a influência da política e da ideologia na visão de industrialização e compreensão sobre a indissociabilidade da tecnologia em relação à ciência e à economia.

“Têxtil: A Memória do Futuro” é um ciclo de conversas integrado num projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra que conta com a participação de historiadores, cientistas, empresários e trabalhadores. A comunidade é desafiada a envolver-se ativamente no debate e contribuir para a construção da memória coletiva da cidade industrial e têxtil em que Guimarães se transformou.

As próximas sessões realizam-se em 26 de outubro (“Século XX: entre a ciência e a globalização”) e 14 de dezembro (“Têxtil XXI: o passado tem futuro?”)


Convidados Manuel Carvalho da Silva, Esser Jorge Silva

Moderação Paula Ramos Nogueira  

Público-alvo Maiores de 12

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente




Convidados: Manuel Carvalho da Silva, Esser Jorge Silva
Moderação: Paula Ramos Nogueira


Programação

14 Julho 2017 | 10H30

Espalha Memórias
#5 A Marcha de S. Gualter

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 05 | 15 de Julho | 10h30

A Marcha de S. Gualter


Desde o século XIII que o frade franciscano São Gualter faz os vimaranenses saírem à rua. Os milagres de outrora estão hoje nas mãos dos obreiros da Casa da Marcha que preparam durante todo o ano o desfile de carros. Uma visita à Associação Artística da Marcha Gualteriana dará a conhecer um lugar polvilhado de papéis coloridos e brilhantes. No meio de muita labuta haverá ainda tempo para construir uma figura alegórica.


Workshop para famílias

Ponto de encontro Associação Artística da Marcha Gualteriana 

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela 

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação

14 Julho 2017
10H30

Programação

Espalha Memórias
#5 A Marcha de S. Gualter

Espalha Memórias é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.


Sessão 05 | 15 de Julho | 10h30

A Marcha de S. Gualter


Desde o século XIII que o frade franciscano São Gualter faz os vimaranenses saírem à rua. Os milagres de outrora estão hoje nas mãos dos obreiros da Casa da Marcha que preparam durante todo o ano o desfile de carros. Uma visita à Associação Artística da Marcha Gualteriana dará a conhecer um lugar polvilhado de papéis coloridos e brilhantes. No meio de muita labuta haverá ainda tempo para construir uma figura alegórica.


Workshop para famílias

Ponto de encontro Associação Artística da Marcha Gualteriana 

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela 

Todas as idades

Atividade gratuita



Programação

15 Julho 2017 | 16H00

À Roda das Estações
Adoçando o Verão

Depois da florida Primavera, apresenta-se o generoso Verão: fértil em diversidade e em quantidade, tudo se propicia para a cozinha, ao ritmo da terra e do sol. Esta oficina dá a conhecer o património genético presente nos campos da nossa região com potencialidades alimentares. A sabedoria popular, aliada ao conhecimento científico permitem-nos colocar o alimento como um supremo medicamento e conquistar, de novo, a soberania alimentar. O enfoque será orientado para as ervas silvestres e frutas da época/ da região como os morangos, as framboesas, as maçãs, beldroegas, dente-de-leão e…uma infinidade de nomes que a terra nos dá, mas cuja aplicação tem caído no esquecimento.

Será um momento divertido e educativo com várias vozes, amantes da terra e da natureza:

Carlos Ribeiro, produtor de frutos silvestres em modo biológico (Matamá/Guimarães);

Raúl Rodrigues, colecionador de maçãs regionais (Ponte de Lima) e a 

Cor de Tangerina (Liliana Duarte e Álvaro Dinis Mendes) para partilhar os métodos culinários que irão reconstruir uma nova roupagem gastronómica com produtos muito peculiares. 


Público-alvo Maiores de 12 

Horário 16h00

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas 

Preço 10,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 8 de julho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Programação

15 Julho 2017
16H00

Programação

À Roda das Estações
Adoçando o Verão

Depois da florida Primavera, apresenta-se o generoso Verão: fértil em diversidade e em quantidade, tudo se propicia para a cozinha, ao ritmo da terra e do sol. Esta oficina dá a conhecer o património genético presente nos campos da nossa região com potencialidades alimentares. A sabedoria popular, aliada ao conhecimento científico permitem-nos colocar o alimento como um supremo medicamento e conquistar, de novo, a soberania alimentar. O enfoque será orientado para as ervas silvestres e frutas da época/ da região como os morangos, as framboesas, as maçãs, beldroegas, dente-de-leão e…uma infinidade de nomes que a terra nos dá, mas cuja aplicação tem caído no esquecimento.

Será um momento divertido e educativo com várias vozes, amantes da terra e da natureza:

Carlos Ribeiro, produtor de frutos silvestres em modo biológico (Matamá/Guimarães);

Raúl Rodrigues, colecionador de maçãs regionais (Ponte de Lima) e a 

Cor de Tangerina (Liliana Duarte e Álvaro Dinis Mendes) para partilhar os métodos culinários que irão reconstruir uma nova roupagem gastronómica com produtos muito peculiares. 


Público-alvo Maiores de 12 

Horário 16h00

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas 

Preço 10,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 8 de julho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação

23 Julho 2017 | 11H00

Domingos em casa
O fio da conversa

Uma história tem muitos fios e o bordado de Guimarães tem outros tantos pontos para aprender. À conversa entre agulhas e novelos, muito se irá desenhar e bordar.


Monitoras Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min. 

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas 

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de julho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Programação

23 Julho 2017
11H00

Programação

Domingos em casa
O fio da conversa

Uma história tem muitos fios e o bordado de Guimarães tem outros tantos pontos para aprender. À conversa entre agulhas e novelos, muito se irá desenhar e bordar.


Monitoras Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min. 

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas 

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de julho através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação

5 Agosto 2017 | 17H00

Espalha Memórias com Guia de Visita

No próximo dia 5 de Agosto, em pleno fim-de-semana de Festas da Cidade e Gualterianas, celebraremos (e recordaremos) em sessão dupla!

Os já regulares programas “Guia de Visita” e “Espalha Memórias” juntam-se para um convite a viver Guimarães.

Em finais de Julho de 1947 um violento incêndio destruiu a praça de touros das festas Gualterianas, onde, dias depois, decorreriam as suas corridas. «Desde que as madeiras apareçam sem demora e o pessoal se consiga em grande número, tudo se consegue». E conseguiu: em escassos dias, os vimaranenses reergueram a praça das cinzas. João Luís Pereira Guedes, autor da obra “Um Milagre do Bairrismo Vimaranense” relembrará os setenta anos desta efeméride numa conversa moderada por Samuel Silva.

O mesmo Samuel Silva que nos conduzirá, de seguida, por “Atrás das Portas” num percurso pelas tascas de Guimarães. “Só encontro sítios gourmet e tudo o que me apetece é uma malga de pinta-beiços.” Olhemos para as tascas como espaços de resistência à normalização gastronómica. Mas, depois de entrarmos nelas, o que nos vai fazer ficar são as histórias. De quem as fez nascer; de quem por lá passou; de todos os que resistem, todos os dias, atrasando a sua morte.

Duas visitas num único percurso, por dentro e por fora de portas, em tempo de Festas da Cidade e das Gualterianas.


Guias convidados João Luís Pereira Guedes e Samuel Silva

Ponto de encontro CDMG


Programação

5 Agosto 2017
17H00

Programação

Espalha Memórias com Guia de Visita

No próximo dia 5 de Agosto, em pleno fim-de-semana de Festas da Cidade e Gualterianas, celebraremos (e recordaremos) em sessão dupla!

Os já regulares programas “Guia de Visita” e “Espalha Memórias” juntam-se para um convite a viver Guimarães.

Em finais de Julho de 1947 um violento incêndio destruiu a praça de touros das festas Gualterianas, onde, dias depois, decorreriam as suas corridas. «Desde que as madeiras apareçam sem demora e o pessoal se consiga em grande número, tudo se consegue». E conseguiu: em escassos dias, os vimaranenses reergueram a praça das cinzas. João Luís Pereira Guedes, autor da obra “Um Milagre do Bairrismo Vimaranense” relembrará os setenta anos desta efeméride numa conversa moderada por Samuel Silva.

O mesmo Samuel Silva que nos conduzirá, de seguida, por “Atrás das Portas” num percurso pelas tascas de Guimarães. “Só encontro sítios gourmet e tudo o que me apetece é uma malga de pinta-beiços.” Olhemos para as tascas como espaços de resistência à normalização gastronómica. Mas, depois de entrarmos nelas, o que nos vai fazer ficar são as histórias. De quem as fez nascer; de quem por lá passou; de todos os que resistem, todos os dias, atrasando a sua morte.

Duas visitas num único percurso, por dentro e por fora de portas, em tempo de Festas da Cidade e das Gualterianas.


Guias convidados João Luís Pereira Guedes e Samuel Silva

Ponto de encontro CDMG




Programação

20 Agosto 2017 | 11H00

Domingos em Casa
Quem conta um conto acrescenta um ponto

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Será que contamos a mesma história sempre da mesma maneira? Que histórias os objetos da Casa da Memória podem contar?


Monitora Juliana Sá

Público-alvo Maiores de 6 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 13 de agosto através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

20 Agosto 2017
11H00

Programação

Domingos em Casa
Quem conta um conto acrescenta um ponto

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Será que contamos a mesma história sempre da mesma maneira? Que histórias os objetos da Casa da Memória podem contar?


Monitora Juliana Sá

Público-alvo Maiores de 6 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 13 de agosto através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt




Programação

2 Setembro 2017 | 17H00

Guia de Visita
#8 Sofia Ribeiro

Sofia Ribeiro é a Guia de Visita da Casa da Memória de Setembro. O seu trabalho musical como Lince, nome do seu projecto a solo, tem sido reconhecido pela crítica e pelo público em todo o país, sendo já um nome incontornável da nova cena musical portuguesa. Sofia nasceu em Guimarães e desde sempre que se tem dedicado às artes: aos 5 anos começou por estudar dança e desde aí estudou música e artes plásticas, fez teatro e cinema como actriz. Na música, passou por WE TRUST e There Must Be a Place. Como Guia de Visita CDMG falar-nos-á do que lembra e como lembra Guimarães.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação

2 Setembro 2017
17H00

Programação

Guia de Visita
#8 Sofia Ribeiro

Sofia Ribeiro é a Guia de Visita da Casa da Memória de Setembro. O seu trabalho musical como Lince, nome do seu projecto a solo, tem sido reconhecido pela crítica e pelo público em todo o país, sendo já um nome incontornável da nova cena musical portuguesa. Sofia nasceu em Guimarães e desde sempre que se tem dedicado às artes: aos 5 anos começou por estudar dança e desde aí estudou música e artes plásticas, fez teatro e cinema como actriz. Na música, passou por WE TRUST e There Must Be a Place. Como Guia de Visita CDMG falar-nos-á do que lembra e como lembra Guimarães.


Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 



Programação

9 Setembro 2017 | 10H30

Espalha Memórias
#7 Guimarães Património Mundial, pela obra de Távora

Fernando Távora (1923-2005) é o arquiteto que mais contribuiu no seu tempo para o sucesso internacional do que viria a ser a arquitetura contemporânea portuguesa. Viveu e leccionou no Porto. Na revitalização do Centro Histórico de Guimarães aplicou o que investigou e defendeu sobre técnicas de construção, intervenção sobre o existente, formas de habitar e organização do espaço público. Nesta visita, o Espalha Memórias percorre cada metro do Centro Histórico atentos a cada centímetro do projeto de Távora e da equipa que com ele colaborou.


Guia convidado Ricardo Rodrigues

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita


Programação

9 Setembro 2017
10H30

Programação

Espalha Memórias
#7 Guimarães Património Mundial, pela obra de Távora

Fernando Távora (1923-2005) é o arquiteto que mais contribuiu no seu tempo para o sucesso internacional do que viria a ser a arquitetura contemporânea portuguesa. Viveu e leccionou no Porto. Na revitalização do Centro Histórico de Guimarães aplicou o que investigou e defendeu sobre técnicas de construção, intervenção sobre o existente, formas de habitar e organização do espaço público. Nesta visita, o Espalha Memórias percorre cada metro do Centro Histórico atentos a cada centímetro do projeto de Távora e da equipa que com ele colaborou.


Guia convidado Ricardo Rodrigues

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita




Programação

16 Setembro 2017 | 10H30

Espalha Memórias
#8 Toural: antes e agora

A Rua de Santo António, o Largo do Toural e a Alameda de São Dâmaso, espaços com raiz medieval que acompanham a implantação da muralha, têm vindo, ao longo dos séculos, a ser palco da adaptação da cidade aos tempos e aos usos contemporâneos. Esta visita procurará dar notícia desta contínua transformação e contextualizará o projeto de reabilitação urbana desenvolvido entre 2009 e 2012, no âmbito da Capital Europeia da Cultura.


Guia convidado Maria Manuel Oliveira

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita

Programação

16 Setembro 2017
10H30

Programação

Espalha Memórias
#8 Toural: antes e agora

A Rua de Santo António, o Largo do Toural e a Alameda de São Dâmaso, espaços com raiz medieval que acompanham a implantação da muralha, têm vindo, ao longo dos séculos, a ser palco da adaptação da cidade aos tempos e aos usos contemporâneos. Esta visita procurará dar notícia desta contínua transformação e contextualizará o projeto de reabilitação urbana desenvolvido entre 2009 e 2012, no âmbito da Capital Europeia da Cultura.


Guia convidado Maria Manuel Oliveira

Ponto de encontro CDMG

Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela

Todas as idades

Atividade gratuita



Programação

17 Setembro 2017 | 11H00

Domingos em Casa
As voltas da colher de pau

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.


Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver. Tudo dentro da Casa da Memória. No final, há que provar e saborear.


Monitora Elsa Martinho

Público-alvo Maiores de 6 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 10 de setembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Programação

17 Setembro 2017
11H00

Programação

Domingos em Casa
As voltas da colher de pau

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.


Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver. Tudo dentro da Casa da Memória. No final, há que provar e saborear.


Monitora Elsa Martinho

Público-alvo Maiores de 6 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 10 de setembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação

7 Outubro 2017 | 17H00

Guia de Visita
#9 Jorge Castelar

Há muito tempo que Jorge Castelar - advogado, associativista, Nicolino - tem ajudado a fazer cultura na cidade de Guimarães: mentor e produtor do já mítico Guimarães Noc Noc, escritor de vários gags das não menos míticas Danças de São Nicolau, é ele o Guia de Visita de Outubro na CDMG, precisamente em sábado de Noc Noc - uma conjugação nada casual que traz o Festival para a Casa ou vice-versa, associada à capacidade narrativa ímpar do Guia convidado.



Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 



Programação

7 Outubro 2017
17H00

Programação

Guia de Visita
#9 Jorge Castelar

Há muito tempo que Jorge Castelar - advogado, associativista, Nicolino - tem ajudado a fazer cultura na cidade de Guimarães: mentor e produtor do já mítico Guimarães Noc Noc, escritor de vários gags das não menos míticas Danças de São Nicolau, é ele o Guia de Visita de Outubro na CDMG, precisamente em sábado de Noc Noc - uma conjugação nada casual que traz o Festival para a Casa ou vice-versa, associada à capacidade narrativa ímpar do Guia convidado.



Todas as idades

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 





Programação

14 Outubro 2017 | 16H00

À Roda das Estações
#Outono

Sabemos que chegamos à estação das calorosas cores quando, nas viagens quotidianas, as folhas vão caindo e pintando a calçada. Cada sinal desta estação é preenchido por simbolismo e detalhe. Da terra vão saindo alimentos, agora em ritmo mais lento, que nos enriquecem a cozinha e o fogão. Abóboras, dióspiros, bolotas, enchem os frascos e ocupam os braços desde há anos. Nesta oficina, daremos ênfase a dois produtos da nossa terra mãe, muitas vezes esquecidos no contexto citadino contemporâneo: o Calondro e a Nêspera. Que histórias e que receitas têm sido protagonistas deste seu ressurgimento?

Oficina conduzida pelo chef Álvaro Dinis Mendes, Liliana Duarte e seus convidados.



Público-alvo Maiores de 12

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 10,00 eur

Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

14 Outubro 2017
16H00

Programação

À Roda das Estações
#Outono

Sabemos que chegamos à estação das calorosas cores quando, nas viagens quotidianas, as folhas vão caindo e pintando a calçada. Cada sinal desta estação é preenchido por simbolismo e detalhe. Da terra vão saindo alimentos, agora em ritmo mais lento, que nos enriquecem a cozinha e o fogão. Abóboras, dióspiros, bolotas, enchem os frascos e ocupam os braços desde há anos. Nesta oficina, daremos ênfase a dois produtos da nossa terra mãe, muitas vezes esquecidos no contexto citadino contemporâneo: o Calondro e a Nêspera. Que histórias e que receitas têm sido protagonistas deste seu ressurgimento?

Oficina conduzida pelo chef Álvaro Dinis Mendes, Liliana Duarte e seus convidados.



Público-alvo Maiores de 12

Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas

Preço 10,00 eur

Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt




Programação

21 Outubro 2017 | 17H00

Memórias da Memória
Tiago Gil Oliveira

Tiago Gil Oliveira foi um dos primeiros alunos do programa MD/PhD da Universidade do Minho. Efetuou o trabalho experimental de doutoramento na Columbia University em Nova Iorque, em torno da doença de Alzheimer. Desde 2011 é Professor Auxiliar na Escola de Medicina da Universidade do Minho onde leciona Anatomia. Em paralelo com o seu trabalho académico continuou a sua carreira médica e atualmente é interno do 5º ano de Neurorradiologia no Hospital de Braga. Os seus trabalhos estão publicados em revistas de referência na área das Neurociências e é inventor de patentes para o tratamento de doenças neurodegenerativas. O lado orgânico da memória – as suas bases neurobiológicas ao nível das moléculas, células e circuitos neuronais – é o tema central desta conversa/apresentação.


Público-alvo Maiores de 15

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 

Programação

21 Outubro 2017
17H00

Programação

Memórias da Memória
Tiago Gil Oliveira

Tiago Gil Oliveira foi um dos primeiros alunos do programa MD/PhD da Universidade do Minho. Efetuou o trabalho experimental de doutoramento na Columbia University em Nova Iorque, em torno da doença de Alzheimer. Desde 2011 é Professor Auxiliar na Escola de Medicina da Universidade do Minho onde leciona Anatomia. Em paralelo com o seu trabalho académico continuou a sua carreira médica e atualmente é interno do 5º ano de Neurorradiologia no Hospital de Braga. Os seus trabalhos estão publicados em revistas de referência na área das Neurociências e é inventor de patentes para o tratamento de doenças neurodegenerativas. O lado orgânico da memória – as suas bases neurobiológicas ao nível das moléculas, células e circuitos neuronais – é o tema central desta conversa/apresentação.


Público-alvo Maiores de 15

Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente 



Programação

22 Outubro 2017 | 11H00

Domingos em Casa
Histórias de Cântaros e Cantarinhas

Trabalhar numa roda de oleiro, não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Neste Domingo em Casa, vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro.


Monitoras Joy Hanford e Maria Fernanda Braga

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 19 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt




Programação

22 Outubro 2017
11H00

Programação

Domingos em Casa
Histórias de Cântaros e Cantarinhas

Trabalhar numa roda de oleiro, não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Neste Domingo em Casa, vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro.


Monitoras Joy Hanford e Maria Fernanda Braga

Público-alvo Maiores de 3 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 19 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt






Programação

19 Novembro 2017 | 11H00

Domingos em Casa
Tranacantrantana

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

“Trana cantrantana, trana, trana, trana” – é assim que se pode trautear o ritmo e som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.


Monitor Pedro Almeida

Público-alvo Maiores de 5 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de novembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt


Programação

19 Novembro 2017
11H00

Programação

Domingos em Casa
Tranacantrantana

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

“Trana cantrantana, trana, trana, trana” – é assim que se pode trautear o ritmo e som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.


Monitor Pedro Almeida

Público-alvo Maiores de 5 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 12 de novembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt




Programação

10 Dezembro 2017 | 11H00

Domingos em Casa
Passarinhas e sardões

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Vamos descobrir as formas que os nossos avós inventaram para declarar o amor. Serão essas as formas que ainda hoje usamos para dizer: gosto de ti?


Monitora Tatiana Santos

Público-alvo Maiores de 5 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 3 de dezembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

Programação

10 Dezembro 2017
11H00

Programação

Domingos em Casa
Passarinhas e sardões

No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.

Vamos descobrir as formas que os nossos avós inventaram para declarar o amor. Serão essas as formas que ainda hoje usamos para dizer: gosto de ti?


Monitora Tatiana Santos

Público-alvo Maiores de 5 

Horário 11h00

Duração c. 90 min.

Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas

Preço 2,00 eur/pessoa

Atividade sujeita a inscrição até dia 3 de dezembro através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt



Programação

Até 15 Outubro 2017

Memento (Lembra-te)
Jantar de Domingo à Tarde

Com objectos e imagens provenientes de colecções de instituições ou de particulares, serão programados dois momentos expositivos (o nome Memento surge como referência directa ao acto de lembrar: me•men•to, do latim memento, lembra-te). Imagens e objectos em exposição que possam servir de mote para a recolha de testemunhos e de histórias, com base em temáticas que explorem o património vimaranense, comum ou individual.


Jantar de Domingo à Tarde 

23 de Abril – 15 de Outubro


Jantar de Domingo à Tarde apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços. 


Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir.


Entre 1901 e 1931, a Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães, convencionou o descanso semanal aos Domingos, da parte da tarde. Como “memento” deste decreto, passou a organizar um jantar comemorativo por ano. Naquela época, foi essencial lembrar a necessidade do descanso, numa sociedade que trabalhava de sol a sol. Com a realidade e dinâmica contemporânea do mercado de trabalho global, estaremos assim tão longe deste passado? E que reflexões poderemos fazer a partir dele para preparar o nosso futuro. Descansaremos mais, ou menos, agora que vamos sendo paulatinamente substituídos pela inteligência artificial e pela robótica?


Todas as idades

Entrada gratuita

Programação

Até 15 Outubro 2017

Programação

Memento (Lembra-te)
Jantar de Domingo à Tarde

Com objectos e imagens provenientes de colecções de instituições ou de particulares, serão programados dois momentos expositivos (o nome Memento surge como referência directa ao acto de lembrar: me•men•to, do latim memento, lembra-te). Imagens e objectos em exposição que possam servir de mote para a recolha de testemunhos e de histórias, com base em temáticas que explorem o património vimaranense, comum ou individual.


Jantar de Domingo à Tarde 

23 de Abril – 15 de Outubro


Jantar de Domingo à Tarde apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços. 


Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir.


Entre 1901 e 1931, a Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães, convencionou o descanso semanal aos Domingos, da parte da tarde. Como “memento” deste decreto, passou a organizar um jantar comemorativo por ano. Naquela época, foi essencial lembrar a necessidade do descanso, numa sociedade que trabalhava de sol a sol. Com a realidade e dinâmica contemporânea do mercado de trabalho global, estaremos assim tão longe deste passado? E que reflexões poderemos fazer a partir dele para preparar o nosso futuro. Descansaremos mais, ou menos, agora que vamos sendo paulatinamente substituídos pela inteligência artificial e pela robótica?


Todas as idades

Entrada gratuita



Programação

Até 1 Outubro 2017

Pergunta ao Tempo
Exposição

A exposição temporária Pergunta ao Tempo é o resultado de um longo processo de reapropriação do património cultural pelas mãos das crianças de turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho de Guimarães.

Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias, os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos.

O património cultural, na sua materialidade e imaterialidade,a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram todas as crianças, as suas famílias e a comunidade local. A Casa da Memória surge assimcomo lugar de abrigo e de encontro da comunidade consigo própria.


Todas as idades

Programação

Até 1 Outubro 2017

Programação

Pergunta ao Tempo
Exposição

A exposição temporária Pergunta ao Tempo é o resultado de um longo processo de reapropriação do património cultural pelas mãos das crianças de turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho de Guimarães.

Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias, os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos.

O património cultural, na sua materialidade e imaterialidade,a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram todas as crianças, as suas famílias e a comunidade local. A Casa da Memória surge assimcomo lugar de abrigo e de encontro da comunidade consigo própria.


Todas as idades



Programação

Repositório

Como lugar onde se deposita ou guarda alguma coisa, um repositório será necessariamente um arquivo – não num sentido taxonómico (como os arquivos documentais ou bibliotecas), mas precisamente como espaço único de armazenamento de memórias: documentos que, em determinado momento, se entenderam dignos de guarda, preservação e, naturalmente, de consulta e divulgação. Esta vocação memorial, na sua faceta de repositório deve, no caso concreto da Casa da Memória de Guimarães ter em conta a existência de instituições - públicas e privadas - que desde há séculos e com excelência cumprem o seu papel de arquivos. Desta forma, o Repositório da CDMG inicia-se como um espaço em construção, de vocação exclusivamente digital, a preencher-se pela própria atividade da Casa da Memória (registo de debates e conversas; digitalização de documentos; disponibilização de trabalhos de investigação). No espaço físico que lhe está destinado, o Repositório é também lugar de debates, mesas redondas e comunicações em torno da memória e da sua compreensão como fenómeno seletivo, discursivo e lacunar, mas também biológico e documental.

Podcasts

Av. Conde Margaride, 536
4810–535 Guimarães, Portugal
Tel (+351) 253424716

casadamemoria@aoficina.pt
www.casadamemoria.pt
N 41.442569, W 8.300333

Terça a Domingo
10h00–13h00
14h00–19h00
(última entrada às 18h30)

Fechado hoje