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SEXTAS 27 FEVEREIRO, 27 MARÇO E 24 ABRIL, 21H30
Apanhar um peixe com as mãos
Escrever um livro é lançar a memória ao futuro. Como é que se olha para a vida e se a escreve em histórias, poemas e ficções que alimentam o imaginário de milhões de leitores? A memória é tão difícil de agarrar como um peixe com as mãos, mas como é que se a agarra, burila e ficciona de múltiplos pontos de vista? E que memórias se estão a construir? Quem escreve e que segredos se ocultam na origem das palavras? As palavras assumem um papel fulcral na criação (e invenção) de mundos que, muitas vezes, como supôs Oscar Wilde, colocam a vida em perspetiva: a arte imita a vida ou a vida imita a arte?
Na última sexta-feira de cada mês*, na Casa da Memória de Guimarães, estaremos à conversa com um/a convidado/a sobre memória, literatura e muito mais. O momento, informal, será pontuado por leituras abertas. Convidamos o público a trazer poemas, excertos de textos, microcontos ou palavras que gostariam de ler e a juntar-se a nós para um copo de vinho e partilhas (mais do que) literárias.
[NOTA: …apanhar um peixe / com as mãos são versos de um poema de Adília Lopes]
Este espetáculo terá tradução em Língua Gestual Portuguesa.
A Língua Gestual Portuguesa e a língua através da qual grande parte da comunidade surda em Portugal (cerca de 30.000 pessoas) comunica entre si. A expressão "língua gestual" refere-se à língua materna de uma comunidade de surdos. As línguas gestuais são línguas naturais, que surgem e se desenvolvem naturalmente, como as línguas orais. É produzida pelos movimentos das mãos, do corpo e por expressões faciais.
Entrada gratuita, até ao limite da lotação disponível

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